quarta-feira, 7 de outubro de 2009

AS VACINAS PROTEGEM?







Imunizações: Elas protegem mesmo nossos filhos?


A questão das vacinações é difícil de abordar de maneira objetiva. É crescente o número de médicos e consumidores, especialmente pais, que externam sérias dúvidas a respeito das imunizações. As rigorosas exigências de imunização para o ingresso nas escolas foram relaxadas, e 22 estados nos EUA têm agora isenções de leis de imunização compulsória, sujeitas à escolha pessoal. As justificativas para a imunização são, contudo, convincentes.




VACINAS: FUNCIONAM MESMO?


Historicamente, a imunização foi destinada a doenças graves, que ameaçavam a vida (varíola, difteria etc.). O risco de contrair a doença, bem como a taxa de mortalidade, era alto. Desde a época da introdução das vacinas comuns, assistiu-se a um notável declínio da incidência e da severidade das correspondentes infecções naturais. De acordo com o Dr. Richard Moskowitz, porém, em seu artigo “O pleito contra a imunização”, “ a presunção costumeira de que o declínio pode ser atribuído às vacinas ainda não foi provada, e continua a ser seriamente questionada por autoridades eminentes na área”. A incidência e severidade da coqueluche já começara a declinar muito antes do aparecimento da vacina contra a tosse convulsa, e as melhorias na saúde pública e no saneamento contribuíram para a extinção da tuberculose, da cólera, da febre tifóide e de outras doenças. No entanto, pouca dúvida pode existir de que quadros como a varíola, a poliomielite e o sarampo foram fortemente influenciados pela vacinação.


Segundo a Organização Mundial da Saúde, com referência a estatística de saúde para 1973-76, tem havido uma queda constante na maioria dos países em desenvolvimento, independente da porcentagem de imunizações ministradas. Parece que a melhoria generalizada das condições sanitárias é amplamente responsável na prevenção de doenças infecciosas.


Se as vacinas não forma responsáveis pela redução de mortes ou seqüelas permanentes decorrentes de doenças da infância, talvez tenham sido responsáveis pela redução da incidência global dessas doenças. Tem havido uma redução geral na incidência de doenças para as quais existem vacinas, mas a proteção fornecida pelas vacinas talvez não seja tão completa quanto em geral se supõe. Os registros de surtos epidêmicos ocorridos apões a introdução das imunizações em massa são bastante numerosos para ser ignorados. Na recente epidemia de sarampo no município de Dade, na Flórida, a maioria dos casos foi de crianças que haviam sido vacinadas. Não houve nenhuma diferença de proteção entre vacinados e não-vacinados.


Em alguns casos, a redução do número de epidemias pode dever-se a uma redefinição de termos. Por exemplo, antes do surgimento da vacina Salk, vinte casos de pólio por ano numa população de cem mil constituíam epidemia. Esse número aumentou para 35 casos depois do aparecimento da vacina Salk.


Ao contrário, o surto de coqueluche, ou tosse convulsa, ocorrido na Grã-Bretanha em 1983 e início de 1984, foi atribuído ao fato de existir uma grande população desprotegida e, portanto, suscetível. Os pais haviam deixado de providenciar a imunização de seus filhos quando a doença tornou-se rara. Estatísticas britânicas mostram que em 1981 uma de cada trezentas mil crianças sofria séria moléstia neurológica dentro dos sete dias após ter recebido a vacina contra a tosse convulsa. O número passava para uma em cem mil quando se considerava a série completa de três infecções. No decorrer do pico da epidemia, estima-se que mil pais numa só cidade escolheram a homeopatia como alternativa por causa dos temores quanto aos efeitos colaterais da vacina gratuita patrocinada pelo governo.


Recentemente, os Laboratórios Wyeth, um dos dois principais produtores norte-americanos da vacina anticoqueluche, pararam a produção desta mencionando crescentes problemas de responsabilidade decorrentes de infreqüentes complicações ligadas às injeções. E a legislação sobre compensações por vacinas, atualmente em exame no Congresso, foi estimulada em grande parte pela preocupação pública com relação às complicações da coqueluche e por ações judiciais.


O QUE É IMUNIZAÇÃO?


A imunização ativa se baseia na teoria de que a injeção de um antígeno (produto da doença) no corpo irá estimular a formação de anticorpos contra essa doença. Estes anticorpos trabalharão então para rechaçar a bactéria patógena no futuro, como fazem na pessoa que previamente teve a doença. O agente imunizador é preparado quer a partir da linhagem viva atenuada do agente da doença, quer a partir de componentes do agente, processados e desativados.


O mecanismo das preparações alopáticas é heróico. A confirmação da imunidade conferida pela vacina baseia-se na produção de imunoglobulina específica do vírus. Do ponto de vista homeopático, o uso de vírus artificialmente atenuados para provocar uma supressão artificial da suscetibilidade à doença infecciosa poderia resultar na mudança do centro de gravidade da enfermidade da população imunizada para outra área, talvez mais profunda.


O Dr. Robert Mendelsohn afirma que “ficará provado que a maior parte das doenças degenerativas da atualidade é devida aos raios X, drogas, alimentos contaminados, aditivos, conservantes e imunizações”. Em 1976 o Dr. Robert Simpson, da Rutgers University, ressaltou que “os programas de imunização contra gripe, sarampo, caxumba, pólio etc. podem estar realmente semeando nos seres humanos o ARN para formar pró-vírus, que depois virarão células latentes pelo corpo inteiro. Alguns desses pró-vírus latentes poderiam ser moléculas à procura de doença, as quais, sob condições apropriadas, se tronam ativas e causam uma variedade de doenças, inclusive artrite reumatóide, esclerose múltipla, lúpus eritematoso, mal de Parkinson, e talvez câncer.” O Dr. Nicholas J. Nossaman sugere que a mudança no centro de gravidade da doença como resultado da supressão artificial da suscetibilidade é extremamente difícil de provar, mas o surgimento de novas doenças, como a do legionário, a síndrome de Reye, síndrome de choque tóxico e AIDS (síndrome de deficiência imunológica adquirida) evidenciam essa mudança. E o Dr. Moskowitz chama a atenção pra aos modelos já existentes para predizer e explicar que tipos de doenças crônicas provavelmente resultarão da persistência por longo prazo de vírus e outras proteínas estranhas que compõem os preparados de vacinas alopáticas.


OUTROS ARGUMENTOS CONTRA A IMUNIZAÇÃO


A idéia de infligir doença a crianças sadias a fim de que sejam imunes a essa doença no futuro tem sido vista como paradoxal por muitos críticos.  Os críticos homeopáticos afirmam que o tratamento natural para incrementar a resistência, a imunização com preparados homeopáticos por ocasião da epidemia, e o tratamento homeopático durante o surto garantirão segurança para enfrentar qualquer uma dessas doenças perigosas.


Outra postura crítica focaliza a influência manipuladora da indústria de medicamentos nas instituições governamentais que fazem recomendações sobre procedimentos de imunização. A pressão comercial sustenta o uso de vacinas.


Um terceiro argumento contra a imunização às cegas, segundo a colocação de Simon Mills, herborista médico britânico, é que, ainda que ela seja segura além de eficaz, seu uso arbitrário distrai de maneira semelhante médicos e pacientes do desafio de atacar na raiz as causas das doenças, e as preocupações muito mais importantes com a melhoria das condições nutricionais e sociais.


Um último argumento contra a imunização, especialmente a vacinação compulsória, é o incremento de doenças decorrentes da vacina – sabe-se que as imunizações têm causado doença, e ocasionalmente morte. As mortes causadas pela inoculação de varíola têm sido muito difundidas. A pólio ocorreu após imunizações contra difteria e coqueluche, bem como depois da administração da própria vacina contra a pólio. Febres, convulsões, morte e queda geral da resistência seguiram-se a diversas imunizações, e injeções de vacina tríplice causaram dano cerebral.

1 Comentário:

Dalana disse...

Bom, tenho alguns comentários a fazer sobre a questão da vacinação. Não acredito que deixar a criança sem nenhuma vacina seja a forma mais segura de lidarmos com doenças infecto-contagiosas a que as crianças estão sujeitas. Elas possuem uma resposta complicada às infecções, são seres frágeis. Deixar seu filho sem imunização, a meu ver, não é a melhor forma.
Nem todas as vacinas são compostas pelo microorganismo (patógeno causador da doença) vivo. Muitas delas, inclusive as vacinas para DPT,hepatite A, hepatite B, raiva, pólio-Salk, pneumococo, meningococo, influenza, haemophilus do tipo-b, febre tifóide e cólera são compostas por microrganismos inativados, o que significa que estes não mais se encontram vivos, logo incapazes de multiplicarem-se no corpo humano.
A homeopatia é eficaz para a maior parte das doenças humanas, no entanto, os prórpios homeopatas, em caso de infecção severa ou demora na reposta ao medicamento homeopático frente a uma doença de alto risco, propõem a utilização de medicamentos alopáticos. Quando o organismo humano está sendo atacado por algum patógeno, ele tem meios para produzir os anticorpos a esse patógeno, no entanto, essa produção pode ser demorada demais ou ineficiente, levando o organismo à morte. Vírus como o HIV, conferem um problema sério ao organismo humano. O HIV era um vírus de ocorrência natural em macacos, surgiu pela primeira vez na África e ao entrar em contado com seres humanos tornou-se extremamente perigoso. Infelizmente, não temos condições, ao menos até agora, de sozinhos produzirmos anticorpos para matar o HIV. Vírus são o tipo de organismo nos quais a mutação do material genético ocorre em altas taxas, por isso é difícil controlá-los. Além disso, o HIV "combate" justamente nosso sistema imunológico, por isso, ninguém morre de AIDS propriamente dita, as pessoas morrem por alguma doença que contraíram às quais não conseguem vencer, pois a eficiência de seu sistema imunológico está alterado e danificada pelo HIV. No caso específico desse vírus, a imunização é tentada com a administração de medicamentos que impedem que o vírus se multiplique no corpo humano. O vírus usa a maquinaria de nossas células para reproduzir seu material genético e se multiplicar. Até hj, infelizmente, não conseguimos parar esse processo com medicamentos, tampouco conseguimos uma vacina eficiente. Agora pergunto: se em algum momento da história, conseguirmos sintetizar uma vacina que seja letal para o HIV que causa tanta morte no mundo não vamos usá-la? Segundo a BBC Brasil, só em 2000 eram mais de um milhão de crianças contaminadas pelo HIV, a maior parte delas na África, onde o vírus surgiu pela primeira vez.
O governo federal realiza campanhas de vacinação em massa, várias vezes no Brasil. O objetivo dessas campanhas é vacinar todas as crianças do nosso país contra doenças letais e degenerativas. Se seu filho já está imunizado e a vacina não necessita outras doses para completar sua eficácia, não é necessário levá-lo novamente. Uma mãe consciente, sabe se o filho necessita ou não da vacina. Porém, não acho coerente negar os benefícios dessa forma de imunização que sim, erradicou doenças no nosso país e no mundo. Infelizmente a melhoria das condições sanitárias não são suficientes para erradicar vírus e bactérias. Esses organismos possuem uma dinâmica populacional complexa e são altamente mutáveis. Penso que devemos discutir o assunto e estarmos conscientes do problema e das diversas formas de solucioná-lo. De fato as vacinas imunizam nossos filhos, temos é que usar com cautela. Não precisamos vacinar nossos filhos contra gripe, mas precisamos vacinar contra polio.
A homeopatia, como o yoga, a prática de esportes e a alimentação balanceada é uma grande aliada na construção de uma vida saudável, e não uma substituta para tudo. Saibamos usar as várias alternativas de combate à doenças de maneira, coerente, harmoniosa e consciente. Saúde para nossos filhos, sempre!
Abraços a todas
Dalana

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